sexta-feira, 14 de novembro de 2014

A paixão segundo G.H.

Quem é G. H. no plano social, não importa muito para o contexto do livro. No começo da história,  ela está tão distante de si mesma, quanto está distante do que ela nomeia o Deus.Ocorre-me a pergunta enquanto leio:
Deus era um primitivo antes de nos criar?
Pois um enraizamento sem nomenclatura,  só alçam dois seres que já foram iguais.(Criança criadora). 
Diferente da Capela Sistina,  o Deus não está ao alcance de milímetros do indicador.A descoberta ou descobertas, foram feitas ao rés-do-chão.A de(s)cida do  ser como desconstrução.O não humano passa pela desertificação, ao não conseguir engolir a barata o humilde destino.Se é que humildade se consegue a força...Numa sequência, de números ou adiante deles o Deus, é o um, ou é o zero?
A beleza murcha a identidade não.