O homem das profundezas de Arnold Federbush
É um livro que me fez chorar.Tudo que lembro de livros são as sensações, talvez eu fosse muito adolescente naquele momento.Talvez a dismorfia corporal mensal tenha me levado a isto.Será que eu sou nerd?
Afinal é um livro de ficção científica o achei muito existencialista, baratas nos transformamos todos os dias mas um tritão é raro.Alguém que escolhe a sua morte e não fica a mercê do destino me faz pensar muito.O pior que o mar oferece é a morte certo.Não se preocupe caro leitor(a), já passei desta fase felizmente não com pontos...Píramo e Tisbe representam as metamorfoses do amor romântico.E o das profundezas a do amor próprio.
Hoje em dia a mocidade chora com a culpa é das estrelas talvez eu tenha criado casca não chorei.
Fogo urdido/Sangue redimido/The little elf/of the meadow/the post rainbow/ Snow Gift/Dream/Lift:
quinta-feira, 31 de julho de 2014
quarta-feira, 30 de julho de 2014
Marchas
Usamos as palavras
E não as armas
Como a vida se ergue
Em campos lavras:
São estes nossos Dharmas!
De feminista já foi o melhor
Que me chamaram
Em pragas não me domaram
Já não morro do pior
A fé e o coração que inclinas!
Olhai como crescem as Meninas!
Vozes altas inda que roupas rotas
Mãe-Terra e o que mais vier!
Lute feito garota!
Escute feito mulher!
E não as armas
Como a vida se ergue
Em campos lavras:
São estes nossos Dharmas!
De feminista já foi o melhor
Que me chamaram
Em pragas não me domaram
Já não morro do pior
A fé e o coração que inclinas!
Olhai como crescem as Meninas!
Vozes altas inda que roupas rotas
Mãe-Terra e o que mais vier!
Lute feito garota!
Escute feito mulher!
De O musical que eu nunca fiz
Amor de paciência
Quando o amor está
A morte não está
Dificil é demonstrar
Dentro de você se eu chegar para ficar
Você me acalenta
Ou vai me combater?
Eu me armei de paciência
Até para o que não irá acontecer
Ao coração tive obediência
Mesmo sem você nada prometer
Não sei o que sobe no seu conceito
Um amor submisso
Ou um samba rasga peito
Para que eu conte a estória do seu jeito
E eu finja que o amor é só isso:
Um bater no samba o peito
Diante da crítica que se entendia
E eu deixo em paz sua alma arredia
Quando o amor está
A morte não está
Dificil é demonstrar
Dentro de você se eu chegar para ficar
Você me acalenta
Ou vai me combater?
Eu me armei de paciência
Até para o que não irá acontecer
Ao coração tive obediência
Mesmo sem você nada prometer
Não sei o que sobe no seu conceito
Um amor submisso
Ou um samba rasga peito
Para que eu conte a estória do seu jeito
E eu finja que o amor é só isso:
Um bater no samba o peito
Diante da crítica que se entendia
E eu deixo em paz sua alma arredia
terça-feira, 29 de julho de 2014
Um soco
Um soco mo meu imo barroco
Mas eu o sinto
(De tronco maçiço)
Já pressinto
O sorriso irritadiço
Abraço a árvore
E ela reclama um coração
Arranhões
Coloque o gato na frente do espelho
E ele não se reconhecerá por fora
Arranha a própria imagem
Se se lambe é narcísico(?)
Pois ,ignora outrem
Só ele pode ver meu spleen
Sem fumaça
Só ele pode fazer-me
A devassa
E ele não se reconhecerá por fora
Arranha a própria imagem
Se se lambe é narcísico(?)
Pois ,ignora outrem
Só ele pode ver meu spleen
Sem fumaça
Só ele pode fazer-me
A devassa
Contabilidade essencial
Se não me falha as contas
Ainda tenho quatro vidas
Gata nem bela nem feia
Teço gestos para não ficar tonta...
Duas vidas dei ao léu
Duas me tiraram
E do sangue me filtraram
O ir e vir
Devir de mulher
Ainda tenho quatro vidas
Gata nem bela nem feia
Teço gestos para não ficar tonta...
Duas vidas dei ao léu
Duas me tiraram
E do sangue me filtraram
O ir e vir
Devir de mulher
Último pedido
Se o que penso e sinto
Falseio e minto
Melhor seria não pensar
E não sentir?
Ando nas emoções
Com os pés descalços
Sacrificando corações
Improvisando cadafalsos
Só sei que tudo se transubstancia
Esperando nos erros e nas curvas
Que tudo seja poesia
Falseio e minto
Melhor seria não pensar
E não sentir?
Ando nas emoções
Com os pés descalços
Sacrificando corações
Improvisando cadafalsos
Só sei que tudo se transubstancia
Esperando nos erros e nas curvas
Que tudo seja poesia
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